
Vi um slogam muito legal ontem (27) na internet, enquanto pesquisava sobre o dia do Pediatra: Ele dizia “Quando o beijinho não sara, é ele quem tem a melhor solução!”.
Nós, mães e pais (e por vezes os avós, os tios, os amigos, os vizinhos) temos a plena consciência de que somos quem melhor conhece nossos filhos. Conhecer o filho tem a profundidade de saber seus gostos, suas vontades, seus sentimentos, prever seus pensamentos, saber como agradá-los, prevenir-se para suas reações. Mas conhecer seu filho, para muitos, tem a superficialidade de conhecer sua anatomia, sua fisiologia, sua citologia, sua bioquímica. Nossos filhos são, como humanos, seres incrivelmente complexos, emocionalmente E fisicamente.
Nem sempre podemos confiar que nosso conhecimento de nossos pequenos é suficiente. E nessa hora, em que tudo o que você sabe deles não tira a dor, não faz a tosse passar, não desaparece com aquelas pintinhas.......................... Nessa hora temos que contar com o profissional pediatra.
Mas são nossos filhos. Não os entregaremos assim, de mãos beijadas. Por eles fazemos tudo e não esperamos menos dos médicos, não é???
Então seguem algumas dicas do site da Revista Crescer para ajudar na escolha do pediatra que poderá acompanhar seus filhos até que estes deixem a infância (o que, ironicamente, tanto para os pais quanto para a ciência da pediatria, vai até os 17 anos. Ou você não sabia que até essa idade seu filho ainda é criança diante da medicina e que será pra sempre o seu bebê???).
E, aos pediatras, meus parabéns pelo seu dia!!! E obrigada por, como nós, pais, priorizarem a saúde e a qualidade de vida de nossos filhos; por muitas vezes servirem de conselheiros sentimentais e terapeutas; pelas vezes que nos sustentam em nosso desespero ao vermos nossos pequenos doentes; pelo que fazem e por mais um pouco.
Como escolher o pediatra do seu filho
Confira 10 dicas importantes que você precisa levar em conta na hora de tomar essa decisão (por Fernanda Portela):
Quem vai cuidar da saúde do seu filho? Essa é uma dúvida que pode ser esclarecida antes mesmo da criança nascer. Você pode visitar alguns médicos simplesmente para bater um papo e ter uma ideia de como será o futuro. Não que seja obrigatório, mas essa atitude pode ajudar a formar um vínculo de confiança entre vocês. No entanto, você vai saber se a escolha que fez foi a mais correta somente quando as consultas começarem. Abaixo, confira 10 dicas que vão te ajudar na escolha do profissional.
1- Empatia
Tem de acontecer na primeira consulta. Significa sentir que o médico entra em sintonia com você no seu novo papel de mãe. Um sinal negativo é ele se fixar apenas em perguntas sobre o histórico de doenças na família e no exame do bebê. Um positivo é ele também querer saber da sua gravidez, do parto, sobre o ambiente em que vive o bebê, os primeiros dias com ele em casa e como anda a amamentação.
2- Tempo da consulta
A primeira costuma ser mais demorada que as demais, mas o importante é o pediatra sempre demonstrar interesse pela criança. Não só quanto ao aspecto clínico. Como regra, lembre-se de que uma consulta de qualidade leva tempo para ser feita. O bom médico situa a mãe sobre a fase do desenvolvimento em que está o bebê e antecipa futuros comportamentos.
3- Disponibilidade
Poder encontrar o médico a qualquer hora e em qualquer lugar com certeza deixa os pais mais tranqüilos, mas é preciso contar com o imprevisto – seu pediatra deve ter um profissional de confiança para substituí-lo se for necessário.
4- Rapidez no retorno
Ela reflete a atenção do médico com o paciente e é importantíssima em uma situação de emergência. Só que nem sempre é possível ter um retorno imediato. Uma boa política para você se entender com o pediatra nessa questão é deixar recados claros e objetivos para que ele avalie a urgência do caso.
5- Atrasos na consulta
Não pode ser regra nem por sua parte nem pelo médico, porque o tempo de tolerância de espera da criança é pequeno. Para evitar transtornos, o ideal é você e o pediatra avisarem um ao outro de atrasos e, se preciso, desmarcarem a consulta.
6- Sem dúvidas
Não dá para ir embora do consultório sem entender tudo direitinho. Você pode – e deve – perguntar até se sentir esclarecida. Não tenha medo de pedir explicações. Um profissional impaciente não é o melhor parceiro nesse caso. Nem aquele que se mostra ofendido se você anuncia que prefere ter uma segunda opinião em determinada situação.
7- Segurança
Alguns pais questionam se é melhor o pediatra ter filhos, por achar que seus anseios serão mais bem compreendidos. Outros têm receio do médico jovem, com pouca experiência, ou do muito idoso, pelo risco de não ser atualizado. A indicação de amigos ajuda a tirar essas dúvidas, mas o importante é você se sentir segura.
8- Consultório
Na sala de espera do médico é importante ter brinquedos. Primeiro para distrair a criança, depois porque o profissional pode usar os brinquedos para observar como ela se comporta.
9- Você acertou
Se seu filho está saudável, vai bem na escola e em casa, esse é um bom indício de que ele está com o médico certo.
10- Insegura com a escolha?
Se você ainda tem dúvidas sobre o pediatra escolhido, não se preocupe. Mudar de médico é normal e não traz nenhum prejuízo para a saúde do seu filho. Procure o quanto for preciso, converse com outros profissionais e peça mais indicação.

Adriana, mãe da Diana